O EXÉRCITO POLÍTICO de LULA para as ELEIÇÕES de 2026

O nove dedos já está com o seu exército político pronto para disputar as eleições, descubra quem são.

Enquanto o brasileiro comum tenta fechar as contas no fim do mês, Lula joga xadrez político em outro tabuleiro. Um tabuleiro onde o objetivo não é melhorar serviços, reduzir impostos ou devolver liberdade ao cidadão, mas garantir poder, blindagem e sua própria sobrevivência política. O foco agora não é apenas o Planalto, é o Senado.

Lula sabe muito bem que um Senado amigo vale mais do que qualquer discurso bonito em palanque. É ali que se aprovam ministros do STF, se enterram CPIs, se travam investigações e se constrói um muro de proteção institucional contra escândalos presentes e futuros.

Não é por acaso que nomes grandes do governo começam a ser colocados como candidatos em 2026. Não são nomes técnicos independentes, nem representantes da sociedade. São políticos profissionais, profundamente integrados ao sistema, dependentes do Estado e leais ao projeto de poder. Um verdadeiro exército político.

Fernando Haddad é talvez o símbolo mais claro disso. Atual ministro da Fazenda, ele virou meme conhecido no Brasil todo como Taxxad, e o apelido não surgiu do nada. Desde que assumiu, a marca registrada de sua gestão tem sido a obsessão arrecadatória. Taxar compras internacionais, mudar regras tributárias no meio do jogo, pressionar investimentos, atacar quem tenta escapar minimamente da sanha fiscal do Estado. O discurso é sempre o mesmo, justiça social, responsabilidade fiscal, equilíbrio das contas. Na prática, o Estado continua gastando mal, inchado, ineficiente, enquanto o contribuinte paga a conta.

(Sugestão de Pausa)

Haddad não é um outsider técnico que caiu de paraquedas. Ele é do velho quadro histórico do PT, com trajetória marcada por campanhas milionárias, alianças políticas e problemas judiciais. Em 2019, foi condenado pela Justiça Eleitoral por falsidade ideológica eleitoral, relacionada à prestação de contas de campanha. Também apareceu citado em investigações como a Operação Cifra Oculta, que apurou suspeitas de caixa dois e lavagem de dinheiro em campanhas petistas em São Paulo.

Mesmo quando não há condenação definitiva, o padrão é claro, Haddad sempre esteve inserido no jogo sujo da política brasileira. Colocar Taxxad no Senado não é coincidência, é estratégia. Ele é um defensor ferrenho do modelo de Estado grande, gastador e arrecadador e da visão keynesiana da economia, alguém que jamais questionaria privilégios, estatais deficitárias ou a máquina pública. Seu papel seria garantir sustentação jurídica e política para um governo que já dá sinais de desgaste e medo.

Marina Silva aparece como uma figura que tenta vender uma imagem de ética e sensibilidade ambiental, mas sua trajetória real mostra outra coisa muito mais sombria. Marina construiu carreira dentro da política institucional, passou por diferentes partidos e hoje comanda novamente um ministério poderoso. Sua visão defende mais regulação, mais intervenção estatal e menos autonomia individual, especialmente sobre propriedade privada, produção rural e investimento.

O Ministério do Meio Ambiente sob sua liderança já foi alvo de críticas por decisões pouco transparentes, parcerias com ONGs estrangeiras e uso político da pauta ambiental. Não se trata necessariamente de corrupção clássica com malas de dinheiro, mas de algo igualmente perigoso, a expansão de poder burocrático, onde tecnocratas decidem quem pode produzir, quem pode investir e quem deve ser punido. É apenas outra forma de autoritarismo travestido de preocupação ambiental.

(Sugestão de Pausa)

Simone Tebet completa o núcleo duro desse exército. Representante clássica do MDB, ela é o retrato da velha política com discurso bonito. Não carrega grandes escândalos pessoais, mas construiu toda sua carreira dentro da lógica do centrão, cargos, acordos, conveniência. Quando declarou publicamente que colocou seu destino político nas mãos de Lula, apenas disse em voz alta o que sempre foi regra em Brasília. Não é o eleitor que manda, são os acordos de cúpula.

Mas a pergunta é outra. Por que Lula precisa tanto desse exército político no Senado? A resposta está nos escândalos que já cercam o governo atual e nos que ainda podem vir à tona.

O caso do INSS é um dos mais revoltantes. Investigações oficiais revelaram um esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Milhões de aposentados tiveram valores descontados diretamente de seus benefícios sem autorização, dinheiro que era repassado a sindicatos e associações. Estamos falando de pessoas idosas, muitas vezes doentes, que dependem exclusivamente daquele valor para sobreviver.

O INSS suspendeu repasses bilionários relacionados a esses descontos após identificar falhas graves em contratos, ausência de comprovação de consentimento e irregularidades administrativas. Relatórios internos apontaram centenas de milhares de contratos com problemas.

O escândalo ganhou contornos ainda mais graves, porém previsíveis, quando veio a público que José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão de Lula, ocupava cargo de vice presidência em um sindicato de aposentados citado nas investigações. O vínculo com o nove dedos é mais do que real, é documentado.

E como se isso não bastasse, entra em cena o caso do Banco Master. O banco se tornou um dos protagonistas do escândalo dos consignados do INSS. O instituto bloqueou cerca de 2 bilhões de reais em repasses ligados a contratos do banco, após identificar suspeitas de irregularidades. Relatórios apontaram mais de 250 mil contratos sem comprovação adequada de assinatura ou consentimento.

(Sugestão de Pausa)

A situação escalou rapidamente quando o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, em meio a investigações conduzidas pela Polícia Federal, com suspeitas de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e operações financeiras irregulares. O STF autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e entidades ligadas ao caso, com bloqueio de bilhões em ativos. Uma CPMI do INSS passou a convocar dirigentes do banco e investigar a relação entre consignados, sindicatos e falhas de fiscalização estatal.

Tudo isso revela algo que libertários denunciam há décadas. Quando o Estado controla demais, regula demais e concentra poder, ele cria o ambiente perfeito para corrupção, fraudes e esquemas bilionários. Bancos com bom trânsito político e ligados a grandes figurões conseguem operar, enquanto o cidadão comum enfrenta juros abusivos, burocracia e insegurança jurídica.

O caso Banco Master não é apenas sobre um banco. É sobre o capitalismo de compadrio, onde instituições financeiras próximas do poder navegam tranquilamente pelo sistema, enquanto os riscos são socializados. Se houver rombo, o custo recai sobre o sistema financeiro, o Fundo Garantidor de Créditos e, no fim das contas, sobre toda a sociedade.

Esses escândalos ajudam a explicar a obsessão de Lula em montar um Senado aliado. Com um exército político bem posicionado, CPIs podem ser esvaziadas, investigações podem esfriar e indicações ao STF podem ser aprovadas sem resistência. É a autopreservação pura.

Não podemos esquecer o histórico. Mensalão, petrolão, estatais saqueadas, fundos de pensão usados politicamente. Lula foi condenado em processos ligados à Lava Jato, chegou a cumprir pena e teve condenações anuladas por questões processuais, ao menos é isso que alegam. Isso não apaga os fatos investigados, as delações premiadas, os bilhões devolvidos por empresas envolvidas. Anulação jurídica não é sinônimo de inocência moral.

(Sugestão de Pausa)

E o padrão se repete. Um Estado inchado, centralizador e poderoso sempre atrai os piores incentivos. Quanto mais dinheiro passa pelas mãos de políticos e burocratas, maior a chance de desvios. O exército político de Lula não é um acidente, é consequência direta desse modelo.

Enquanto o debate público continuar preso a narrativas emocionais, o jogo real acontece desde agora. Em 2026, não estará em disputa apenas uma eleição, mas o grau de liberdade que ainda resta ao cidadão brasileiro. Se esse exército se consolidar, o roteiro já é conhecido. Mais arrecadação, mais escândalos, mais proteção institucional e menos espaço para quem produz, trabalha e quer apenas viver sem ser sugado pelo Leviatã estatal.

Porém, não se esqueça da frase de Olavo de Carvalho: não se preocupe, o Brasil não tem a menor chance de dar certo.

Referências:

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https://www.poder360.com.br/governo/lula-mira-senado-para-evitar-derrotas-politicas/

https://www.estadao.com.br/politica/lula-articula-nomes-fortes-para-o-senado-em-2026/

https://www.infomoney.com.br/economia/haddad-defende-aumento-de-impostos-para-fechar-contas/

https://www.poder360.com.br/economia/haddad-acumula-criticas-por-alta-de-impostos/

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Esc%C3%A2ndalo_do_Mensal%C3%A3o

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