Santa Catarina bate RECORDE de segurança, enquanto o Brasil AFUNDA no caos

A cada dia que se passa, vemos nos noticiários novos crimes cruéis, e na maioria dos casos, são criminosos reincidentes com longa ficha criminal que não deveriam estar em liberdade. É nítido a falência moral da justiça brasileira e da classe política, e o povo não se sente mais seguro. Por outro lado, Santa Catarina tem sido um exemplo para os outros estados no quesito de segurança pública, e vamos mostrar o que está acontecendo por lá!

Para variar, sob a gestão do governo federal petista, o Brasil afunda no caos e no aumento de violência. Nossas cidades nos lembram a terrível Gotham City, do filme Batman, com um bandido a cada esquina. Recentemente, o público na internet ficou chocado com vários casos absurdos e cruéis de assassinatos. Entre eles, nos assustou o caso da jovem estudante Ana Paula, de 19 anos, que foi assassinada por um criminoso drogado chamado Cláudio Pacheco, que queria o celular da vítima. Outro crime que seria evitável se a justiça no Brasil funcionasse é o caso de Vanessa Lara, uma jovem que tinha 23 anos e estudava psicologia. Ela foi encontrada morta em uma área da mata em Jabatuba, Minas Gerais. A garota foi enforcada com o fio do carregador do notebook dela, e seu assassinato chocou todo o Brasil. No mês de março, a famosa atriz Luisa Arraes foi assaltada em São Paulo. O carro em que ela estava foi atingido por pedras, e o bandido queria roubar o celular da atriz.

Esses casos citados são só alguns poucos num universo de vários crimes absurdos que fazem do Brasil praticamente uma zona de guerra civil, com muitas mortes de inocentes, além do constante medo e estresse da população. Enquanto isso, no cenário político, vemos cada vez mais escândalos de corrupção como os casos do INSS e do Banco Master, e o povo perde cada vez mais a confiança nos políticos e no judiciário. Estamos numa verdadeira crise moral, e essa crise, infelizmente, dura muitas décadas.

O governo taxa cada vez mais, cria novos impostos desnecessários usando várias desculpas diferentes, enche a máquina pública de cargos inúteis e, no final, o povo fica cada vez mais pobre e não vê serviços públicos melhores. O Nordeste, que tem vários estados governados pela esquerda política, continua com péssimos índices de segurança pública e muitas de suas cidades têm sido dominadas por facções criminosas, grupos esses que são protegidos até mesmo por políticos.

Por outro lado, Santa Catarina, governada por Jordinho Melo do partido PL, tem apresentado ótimos números, apesar de ser o estado brasileiro mais vilipendiado e demonizado pela esquerda que ama criminosos. Mesmo com o crescimento populacional e aumento do fluxo turístico, esse estado da região Sul do país conseguiu alcançar uma queda histórica de homicídios e roubos. Em 2025 e no início deste ano, houve uma queda consistente em indicadores de violência que reforçam a posição do estado como o mais seguro do país. De acordo com os dados oficiais da Secretaria de Estado da Segurança Pública, houve uma redução expressiva em homicídios, roubos e outros crimes, indo na contramão da maioria dos estados brasileiros. Devido a um ótimo desempenho das forças de segurança do Governo do Estado no combate à criminalidade, Santa Catarina teve, em 2025, menos homicídios e menos roubos do que nos últimos 18 anos, além da redução em quase todos os índices criminais.

Esse resultado nos causa uma ótima impressão, quando levamos em consideração o crescimento populacional no mesmo período. Vamos aos dados: Segundo o IBGE, a população de Santa Catarina passou de 5,9 milhões de habitantes, em 2008, para cerca de 8,2 milhões registrados em 2025. Mesmo com esse grande aumento de 2,3 milhões de pessoas, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes caiu para menos da metade, passando de 11,65, com 705 registros em 2008, para 5,2 em 2025. Foram contabilizados cerca de 429 homicídios em 2025, o que representa 84 casos a menos em relação a 2024, e uma redução de 16,4% em números absolutos. Essa queda também se reflete no indicador de mortes violentas, que atingiu, em 2025, a taxa inédita de 7,6 a cada 100 mil habitantes, um número bem abaixo dos 13,88 registrados no início da série histórica, correspondendo a uma diminuição de 11,1% na comparação com o ano anterior.

Diferentes fatores podem explicar os bons números que esse estado apresenta. Conforme a Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina, alguns fatores como o bom desempenho socioeconômico do estado, somado a um trabalho sério e permanente das forças de segurança, estão por trás disso. Um dos importantes pilares para manter a segurança funcionando de forma eficiente tem sido explicado por uma atuação integrada da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Corpo de Bombeiros Militar, com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Vamos analisar outros dados. No ano de 2022, o volume de roubos em Santa Catarina quase atingiu a marca de 8 mil ocorrências registradas. Desde aquele período, o estado vem reduzindo gradativamente esse número e já conseguiu diminuir o saldo em mais de 3 mil casos até 2025, superando o recorde do melhor resultado da série histórica. Se compararmos com os dados de 2024, houve redução de 17,6% no número de casos. Já o crime de furto, que passou a apresentar queda a partir de 2023, registrou diminuição de 6,2% em relação ao ano anterior, com 6.671 ocorrências a menos.

Os melhores resultados históricos foram registrados nos crimes envolvendo veículos automotores. Em números absolutos, o roubo de veículos teve uma considerável redução de 16,2% na comparação com o ano de 2024, e acumula queda de 46,7% na taxa por 100 mil habitantes em relação à média dos últimos quatro anos. Já o furto de veículos teve redução de 8,4% em relação ao ano de 2025, acumulando queda de 23,9% na taxa por 100 mil habitantes desde 2022. Além disso, outro destaque foi a redução de 75% no roubo à instituições financeiras e de 18,5% no furto a instituições financeiras, resultados inéditos na diminuição desses crimes. Outro dado positivo foi a redução de 3,4% nos crimes de estelionato em relação a 2024, com 3.636 ocorrências a menos. Seguindo a tendência iniciada em meados de 2018, 71% dos registros de estelionato em 2025 ocorreram em ambiente virtual. O secretário Flávio Graff relatou que houve uma migração significativa desses crimes do meio físico para a internet, o que provocou aumento nos golpes virtuais. De acordo com Graff, ações de prevenção e combate, por meio de operações policiais, além de campanhas de conscientização, ajudaram para essa diminuição.

Até mesmo no combate à violência contra a mulher, Santa Catarina tem tido um resultado positivo. Os crimes direcionados contra mulheres em situação de violência doméstica apresentaram uma redução de 2,2% no último ano, representando 1.634 vítimas a menos em comparação com 2024. Mas é importante mencionar aqui que o estado de Santa Catarina lançou, em 2025, o Plano Estadual de Combate à Violência Contra as Mulheres e o Programa Catarina por Elas. Também foram anunciadas novas Delegacias de Proteção à Mulher (DPCAMIs), além do fortalecimento da Rede Catarina de Proteção à mulher e o lançamento de uma campanha de conscientização. Apesar de ter acumulado queda de 12,6% na taxa por 100 mil habitantes em relação à média dos últimos 4 anos, o crime de feminicídio se manteve estável, somando 52 vítimas, um a mais do que comparado a 2024. A segurança pública de SC conseguiu apurar e identificar os autores dos crimes contra mulheres em 100% dos casos, apesar da complexidade na prevenção desse tipo de crime. Para se ter uma noção disso, 77% dos casos ocorreram dentro de residências e cerca de 90% das mulheres não haviam registrado ocorrência anterior e nem possuíam medida protetiva.

E no começo de 2026, crimes contra a vida e contra o patrimônio voltaram a cair em Santa Catarina. Para felicidade dos catarinenses, o estado terminou o mês de janeiro com recorde na redução de homicídios, alcançando o melhor resultado dos últimos 19 anos, com 43 crimes registrados. Esse número representa uma redução de cerca de 14% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 50 homicídios. No comparativo com o mês de janeiro de 2016, período em que Santa Catarina registrou o maior volume de homicídios desde o início da série histórica, em 2008, com 91 casos, a queda chega a 56% em uma década. Um outro dado impressiona: Segundo os dados da Gerência de Estatística e Análise Criminal da Diretoria de Inteligência Estratégica da Secretaria de Segurança Pública, não houve homicídio em 269 municípios catarinenses. Esse número representa mais de 90% do território. Além disso, os crimes contra o patrimônio sofreram redução considerável neste início de 2026, com destaque para o indicador de roubo, que registrou queda de 27,1% em comparação com o mês de janeiro de 2025, passando de 512 casos, no ano passado, para 373 ocorrências neste ano. O número surpreende ainda mais quando comparado a janeiro de 2017, ano em que o estado registrou o resultado mais alto desde o início da atual série histórica, com 1.621 ocorrências. Santa Catarina conseguiu reduzir em 77% o volume de roubos no período de 9 anos. E é por esse e outros motivos que esse estado do sul do país tem sido escolhido por muitas famílias como novo lar. É impressionante também como inúmeros influenciadores da esquerda política gostam de criticar, demonizar e atacar Santa Catarina, como se fosse um lugar de pessoas cruéis ou como se houvesse algo de errado com esse estado e seus habitantes. Mas se Santa Catarina tem sido o destino de muita gente, pode saber que lá tem se mostrado um dos melhores estados do país para se viver.

Mas trazendo uma visão estritamente libertária, para esclarecermos melhor nosso ideal de segurança, é preciso dizer que o Brasil inteiro peca nesse quesito, já que armas para civis são extremamente caras e proibitivas e que as pessoas não podem portar armas, como ocorre no estado do Texas, nos Estados Unidos. Além disso, apesar de haver algumas penas longas, no Brasil, sabemos que muitos criminosos conseguem sair muito mais cedo da cadeia e voltar a cometer seus crimes, o que é sim um grande problema que afeta o povo brasileiro. A maioria dos crimes são cometidos por reincidentes, pessoas totalmente perigosas e antissociais que não deveriam ter contato com a sociedade.

Os libertários, na verdade, defendem um sistema de segurança 100% privatizado, em que há uma real competição por empresas de segurança e seguradoras, além de total ausência de impostos para todo tipo de equipamento de segurança e de defesa pessoal. Numa economia de livre mercado, essa ausência de impostos somada a uma ampla concorrência, iria baratear demais as câmeras de segurança, cercas de arames farpados, cadeados e armas de todos os tipos, facilitando que os mais pobres pudessem investir nesses equipamentos.

Libertários como Murray Rothbard e Hans Hermann Hoppe defendem que a segurança, como qualquer outro tipo de serviço na sociedade, não devem ser monopolizados pelo estado, mas sim serem voluntários. Eles acusam que o estado é um violador permanente e sistemático da propriedade privada, e é financiado de forma compulsória, totalmente protegido da concorrência. Ou seja: o próprio órgão que deveria garantir justiça e segurança é o mesmo que impede que outras alternativas eficientes possam surgir. Em suas várias obras, Murray Rothbard demonstrou que todo monopólio tende naturalmente à ineficiência, ao abuso de poder e à baixa qualidade do serviço, justamente por não enfrentar nenhum tipo de concorrência. Afinal, como vemos em tantas áreas do mercado, se uma empresa privada presta um serviço horrível, é claro que os consumidores podem abandonar esse serviço e buscar alternativas melhores. Já no caso de serviços públicos como o sistema de justiça, bombeiros e polícia, todos somos obrigados por lei a pagar por esses serviços, independente da qualidade.

Hans-Hermann Hoppe afirma que, quando um serviço é financiado voluntariamente e depende da reputação para sobreviver, ele tende a agir de maneira muito mais prudente e responsável. Uma empresa de segurança privada que abusasse da força ou violasse direitos perderia rapidamente credibilidade no mercado, enfrentaria processos e poderia desaparecer. Diferentemente do estado, que muitas vezes permanece operando mesmo após cometer abusos ou falhar sistematicamente em proteger os cidadãos.

Devemos lembrar que na filosofia libertária, a propriedade privada é um pilar fundamental da sociedade, e a função legítima da segurança é proteger os direitos naturais do indivíduo: vida, liberdade e propriedade. Em um sistema de livre mercado, essa proteção ocorreria por meio de contratos voluntários entre pessoas e instituições de segurança, e não por decisões políticas ou burocráticas.

Nesse contexto, o direito ao armamento individual é visto como uma extensão da autopropriedade, permitindo que cada pessoa defenda sua vida e seus bens contra agressões. Assim, libertários defendem que a combinação entre segurança privada competitiva e cidadãos capazes de se defender, criaria uma ordem social mais eficiente, baseada em responsabilidade individual, contratos voluntários e respeito aos direitos de propriedade.

Referências:

https://www.gazetadopovo.com.br/conteudo-publicitario/governo-santa-catarina/santa-catarina-reduz-violencia-a-minimas-historicas-e-consolida-posicao-de-estado-mais-seguro-do-pais/