A febre do álbum da Copa do Mundo, com suas figurinhas, chegou mais uma vez ao Brasil. Por todo lado, vemos crianças e, é claro, muitos adultos, gastando suas economias em pacotes de figurinhas dos mais badalados nomes do futebol mundial para completar a coleção. Porém, nem tudo são flores no mundo do entretenimento futebolístico. As cópias não autorizadas, jocosamente chamadas de “figurinhas falsificadas”, se tornaram as mais novas inimigas do estado brasileiro. Mas, afinal de contas, será que violar a propriedade intelectual de alguém é realmente um crime, de acordo com a ética libertária?