Em 2025, para o azar do Brasil e infelicidade geral da nação, o Grupo Globo completou 100 anos, sendo 60 anos de Rede Globo de Televisão.
Recentemente, em data ignorada pela maioria das pessoas sensatas, o Grupo Globo comemorou seu aniversário. A celebração girou em torno de duas datas simbólicas: os 100 anos do Jornal o Globo e os 60 anos da Rede Globo de Televisão.
Contudo, fica o questionamento: Existem motivos para festejar? É o que tentaremos analisar neste artigo.
Muito embora o jornal o Globo tenha feito 100 anos alegando ser o jornal mais lido e mais crível do país conforme notícia veiculada por ele próprio, denominada “O Globo é o Jornal Mais Consumido e Confiável do País, Aponta Pesquisa”, é preciso trazer luz a alguns pontos.
A princípio, percebe-se no dia a dia que as tiragens dos jornais impressos no século XXI são somente uma sombra do que foram as tiragens de jornais do século passado – e isso também vale para o Jornal O Globo. Sendo assim, é de se concluir que se o jornal O Globo ainda tem algum tipo de circulação impressa. Deve ser com o objetivo de servir como papel de embrulhar peixe pelas feiras livres do Brasil, ou talvez como papel higiênico.
A referida pesquisa de confiança da qual o Jornal o Globo embasa a afirmação de que é o jornal mais consumido e confiável contou apenas com a participação de 2 mil brasileiros. Vale lembrar que a população brasileira gira em torno de 200 milhões de pessoas. Ou seja, por mais que se possa falar em estatística, nota-se uma “forçada de barra”, a discrepância entre 2 mil e 200 milhões é enorme, tem muitas ordens de grandeza.
Ao que parece, aqueles que outrora, no passado, foram os tubarões da imprensa; atualmente, usam de pesquisas pequenas, com credibilidade questionável, para afirmar que ainda são grandes e relevantes. Se a tal pesquisa fosse um experimento químico, a presença do Jornal O Globo na sociedade seria praticamente na faixa da partícula por milhão.
Basicamente, a Globo fundamentou o argumento dela como o jornal mais relevante do país numa pesquisa que parece não ter ido além de um estudo de um ruído ou na análise de uma margem de erro. É como se tivessem focado a pesquisa num ponto fora da curva e ignorado todo o resto.
[PAUSA]
A massa dos brasileiros – ente abstrato que a própria Globo ajudou a criar e manipular – tem em si toda uma amálgama de analfabetos; pessoas que sabem pouco; pessoas que não gostam de ler, pessoa que sabem ler, mas leem um pouco; pessoas que quase não leem… Em síntese, pessoas que não tem interesse em comprar um jornal.
Seria cômico se não fosse trágico. Por anos, o jornal o Globo tentou domesticar as massas: a estratégia era a de ganhar dinheiro mantendo os leitores escravizados intelectualmente. O resultado é que bestializaram as massas com o fomento da ignorância.
De uma parte, é difícil para o jornal O Globo conseguir encontrar leitores no conjunto de pessoas que ele próprio alienou e que não entendem a importância da leitura.
De outra parte, também é difícil para o jornal O Globo conseguir encontrar leitores dentre aquelas pessoas que leem e se informam, pois, por óbvio, quem procura ler e se informar, não vai fazer isso usando um jornal tão tendencioso quanto o jornal o Globo.
Quem em sã consciência gastaria dinheiro e perderia tempo comprando e lendo um jornal feito O Globo? Talvez, algum desses pseudo-intelectuais do Leblon que, provavelmente, só faz isso para mostrar certo ar de requinte e de autoridade dentro da bolha esquerdista que ele vive.
[PAUSA]
No que diz respeito à emissora de televisão, a Rede Globo, que fez 60 anos de idade, a situação dela não é tão deplorável quanto a do jornal O Globo. Todavia, é preciso ter em mente que também não se trata de uma situação muito boa: a audiência dela só cai.
Assim como os jornais, quando os números do passado são comparados com os números do presente, percebe-se um movimento descendente de audiência, talvez até uma queda livre. Basta pesquisar na internet: audiência da Globo. Como resultado, será possível observar várias notícias relatando a baixa audiência nas novelas, no jornalismo e na programação em geral.
A influência da Globo também segue a mesma sina. A emissora, que tirava e colocava políticos na Presidência da República do Brasil, sequer conseguiu encontrar patrocinadores suficientes para não sair no prejuízo na transmissão da Copa do Mundo – um dos principais produtos dela.
William Bonner, uma dos rostos que tinham maior identificação com a emissora, precisou se recolher aos bastidores do Jornal Nacional. Tornou-se “persona non grata” em praticamente todo canto, precisando se recolher da vida pública e do Brasil, tamanho foi o ostracismo e decadência que se meteu em decorrência dos absurdos que perpetrou ao se tornar uma espécie de “boca de Sauron”, um emissário do inferno, apoiador explícito e descarado do Lulopetismo marginal dentro da casa dos brasileiros.
Na mesma batuta, pode-se dizer que o programa Fantástico poderia mudar de nome para Ordinário. Já o fantasma de Daniela Lima ainda é uma pedra nos cascos do jornalismo equino da Rede Globo. Os especialistas da Globo são os novos memes da internet. Conforme se observa, há tempos a Globo não faz mais jornalismo, virou megafone do PT.
Como uma emissora dessas pode falar de credibilidade? Tudo o que ela faz e sempre fez foi tentar tratar as pessoas como mera massa de manobra – e hoje, boa parte das pessoas sabe disso. Quando alguém fala que se informa pelo Jornal Nacional, essa pessoa não é levada a sério.
E a Rádio Globo? Dela nem se fala… Ela ainda existe? A Rádio Globo sequer foi mencionada na programação de comemorações dos 100 anos do Grupo Globo.
E a Editora Globo? Notícias dão conta de que ela fechou o 1° trimestre de 2025 sem atingir meta de Receita.
Globo Filmes? Eles continuam produzindo o que tem de pior em termos de filmes esterco no cinema nacional? A diferença entre a Rede Globo e a Globo Filmes é a de que enquanto a Rede Globo tenta anular ou idiotizar o telespectador em doses homeopáticas diárias, à conta-gotas; a Globo Filmes tenta fazer o mesmo processo de uma vez, na forma de filmes, com doses cavalares e anabolizadas de trabalho medíocre e idiotizante.
GloboPlay? Sem comentários.
[PAUSA]
Uma pergunta que pode ser feita é: como o Grupo Globo, de involui em vez de evoluir, que decresce em vez de crescer, não apenas se mantém no mercado, como também, segue dando continuidade a prática de comportamentos que desagradam consumidor?
O que esperar do Grupo Globo senão informações enviesadas, entretenimento rasteiro, jornalismo tendencioso?
Como um veículo de imprensa consegue oferecer um produto cujo conteúdo, de tão médio, obtuso, rasteiro, se mantém de pé no mercado? A resposta é: Ele conseguia quando a Rede Globo tinha o monopólio da informação e fazia do Brasil um aquário isolado em que o Grupo Globo era o peixe grande da mídia.
Com o advento da informação descentralizada e distribuída, o Grupo Globo, pela primeira vez, enfrentou a concorrência no mercado competitivo e, apesar de alegar ter um século de tradição, foi pego despreparado e sentiu o impacto.
A gigante brasileira descobriu que existem peixes maiores nadando lá fora; descobriu que existem novas tecnologias disruptivas surgindo na área da informação, e que há outras formas de entretenimento audiovisual além dela e melhores que ela.
Ao que tudo indica, provavelmente, o Grupo Globo já sabia disso tudo e já conhecia todas as mudanças que vinham ocorrendo com a informação devido ao avanço da tecnologia; todavia, o caminho que ele tomou para si não foi o de tentar melhorar o produto que entrega aos consumidores, mas o de ajudar a criar e se valer de um regime de exceção, se socorrendo de forma simbiótica do estado em busca de reserva de mercado, censura e manutenção de privilégios.
Hoje, mais do que nunca, a maioria das pessoas sabe que o Grupo Globo virou uma das estatais que mais recebem dinheiro público dos brasileiros, cuja única função é defender o banditismo lulopetista. Trata-se de uma relação visceral onde o PT banca a Globo com dinheiro público e a Globo trabalha com afinco para que o PT continue no poder para bancá-la.
Sendo assim, qualquer ameaça ao projeto de poder totalitário do Partido dos Traficantes, por consequência, também se torna uma ameaça ao fluxo de dinheiro nos cofres da Rede Globo.
A Globo comemora, mas comemora sozinha, sem motivos. O Grupo Globo faz aniversário preparando o próprio obituário.
O Brasil não precisa da Globo, é a Globo que precisa do Brasil, tal qual o parasita precisa de um hospedeiro.
https://somos.globo.com/100-anos-de-globo/
https://www.moneytimes.com.br/globo-ganhou-mais-de-r-1-bilhao-com-copa-do-mundo-mas-ficou-no-prejuizo-veja-os-numeros/
https://www.poder360.com.br/poder-midia/editora-globo-fecha-1o-trimestre-de-2025-sem-atingir-meta-de-receita/
https://www.tnh1.com.br/variedades/william-bonner-abandona-o-brasil-e-parte-para-novo-pais-apos-deixar-o-jn/