Políticos adotam ESCALA 3x1, AUMENTAM o próprio salário e ainda PROÍBEM o povo de reclamar

Economia estagnada, políticos querendo adotar escala 3x1 e aumentando seus salários pra quse 80 mil reais. E se você pensar em reclamar, que fique só no pensamento mesmo, pois o STF decidiu que quem ofender servidor público, vai ter a pena aumentada. Nem a Índia tem um sistema de castas tão perverso quanto o Brasil.

O ano de 2026 começou de modo assustador para nós, os gados que sustentam os políticos. Vivemos dias de um avanço coordenado do estado sobre os direitos fundamentais. Os ladrões de Brasília não querem só te humilhar roubando seu dinheiro, mas agora querem exigir o silêncio e a reverência de quem é roubado.

Nesta semana, os parasitas estavam inspirados: De um lado, o judiciário praticamente proibiu a crítica popular. Do outro, o legislativo aumentou seu próprio salário. E o povo só ficou com a conta.

A economia vai de mal a pior: a projeção de crescimento diminuiu e a inflação ameaça corroer o que resta do poder de compra do real. E agora você não pode nem reclamar disso.

No dia 5 de fevereiro o STF decidiu por maioria aumentar a punição para quem ofende agentes públicos. Se um cidadão cometer um suposto crime contra a honra de um burocrata, a pena será maior.

O acréscimo é de um terço na sentença original para calúnia, injúria ou difamação. A regra vale especialmente se a ofensa ocorrer em razão das funções do servidor. Além disso, a proteção foi estendida aos presidentes do Senado, da Câmara e do próprio tribunal superior.

Do ponto de vista libertário, essa decisão é um ataque frontal à liberdade de expressão. A honra não é um bem físico que possa ser protegido pelo direito de propriedade. A reputação é, na verdade, o que os outros pensam sobre um indivíduo. Ninguém pode ser dono dos pensamentos de outras pessoas. Portanto, criminalizar ofensas já é algo eticamente questionável.

Na prática, o estado está criando categorias diferentes de cidadãos. Ao aumentar a pena para ofensas contra agentes estatais, o STF está dividindo a sociedade em castas.

Quem vive do dinheiro extraído através de impostos deveria estar sujeito ao maior escrutínio possível. O agente público utiliza recursos que foram retirados à força de quem produz riqueza. Ele deveria ser o primeiro a aceitar críticas, mesmo as mais ácidas ou grosseiras. O STF, contudo, decidiu que a "dignidade da função" vale mais que a liberdade de quem paga a conta.

Essa blindagem jurídica serve para desencorajar a denúncia e a indignação popular. Quando o cidadão teme uma punição agravada, ele tende a se calar diante dos abusos da autoridade. O silêncio imposto pelo medo é a ferramenta preferida dos sistemas autoritários. É a pavimentação do caminho para uma servidão ainda mais profunda.

Enquanto o judiciário cuidava de calar a boca do povo, o legislativo cuidava de encher o próprio bolso. No dia 3 de fevereiro de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei escandaloso. O PL 179/2026 reestrutura a carreira legislativa e cria novas gratificações aos servidores.

O ponto mais controverso é a criação da chamada Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico. Esse benefício pode chegar a 100% do vencimento básico dos servidores. Mas a criatividade dos burocratas não parou por aí. Eles criaram uma regra onde cada três dias trabalhados dão direito a um dia de folga.

Essas folgas podem ser convertidas em dinheiro. Como se trata de uma verba indenizatória, ela não conta para o teto constitucional de salários. Isso permite que alguns funcionários recebam até 77 mil reais por mês. Esse valor é quase o dobro do limite que a própria lei impõe para o funcionalismo público.

O impacto dessa "bondade" com o dinheiro alheio é devastador. Apenas para o Congresso, o custo extra será de quase 800 milhões de reais em 2026. Se somarmos as criações de cargos no poder executivo, o rombo chega a 6 bilhões de reais. Até 2028, a conta total para o pagador de impostos pode atingir 11 bilhões de reais.

Essa votação foi feita de forma simbólica, ou seja, sem que os nomes dos deputados fossem registrados individualmente. É a estratégia perfeita para quem quer saquear o tesouro sem sofrer desgaste político. O parlamentar aprova o privilégio em Brasília e depois diz ao eleitor que defende a austeridade. É uma farsa completa operada pela máfia do estado.

A economia austríaca nos ensina que o estado é um ente puramente consumidor. Ele não gera riqueza. Ele apenas consome o que foi produzido pelo mercado através da coerção. Cada real gasto com supersalários de burocratas é um real a menos investido em inovação e produção. 

O resultado dessa pilhagem contínua já começou a aparecer nas estatísticas e dados. No dia 6 de fevereiro, o Ministério da Fazenda revisou suas projeções econômicas. O crescimento do PIB para este ano foi reduzido para 2,3%. Ao mesmo tempo, a estimativa de inflação subiu para 3,6%. Isso coloca a alta de preços acima do centro da meta estabelecida.

A taxa básica de juros, a Selic, está em um patamar sufocante de 15% ao ano. É uma das maiores taxas de juros reais do mundo. O governo alega que os juros altos são necessários para controlar a inflação. No entanto, o próprio governo é o maior gerador de inflação ao expandir seus gastos.

O estado gasta bilhões com privilégios de sua elite. Para cobrir o buraco, ele emite dívida ou aumenta impostos. O aumento dos impostos retira capital das mãos dos empreendedores. A emissão de dívida pressiona as taxas de juros para cima. O cidadão comum fica preso entre preços mais caros e crédito inacessível.

Além da reforma tributária, que já está obrigando empresas a lidar com um sistema duplo de impostos, já que o antigo modelo continua em vigor e o novo agora também, a ganância estatal não poupou nem os investimentos de renda fixa. A partir deste ano, aplicações como as LCIs e LCAs passaram a sofrer tributação na fonte. O objetivo é não deixar nenhum refúgio seguro para a poupança do indivíduo. O governo quer que todo o capital circule apenas onde ele pode morder uma fatia.

A ética libertária baseia-se no princípio da não agressão. Ninguém tem o direito de iniciar o uso da força contra outra pessoa. O estado, por definição, é a violação institucionalizada desse princípio. Ele sobrevive através da expropriação sistemática do que chamamos de imposto.

Quando vemos um aumento de pena para críticas a servidores, vemos a proteção de agressores contra suas vítimas. Quando vemos salários de 77 mil reais aprovados em silêncio, vemos o produto do roubo sendo distribuído entre os cúmplices. Quando vemos a economia estagnar sob o peso da regulação, vemos a destruição do trabalho humano voluntário.

O conceito de função pública é uma ficção jurídica criada para justificar o poder. Um servidor é apenas um indivíduo que trabalha em uma organização coercitiva. Ele não possui uma "aura de autoridade" que o torne moralmente superior a um padeiro ou um engenheiro. Exigir respeito especial por lei é admitir que esse respeito não existe por mérito.

O atual cenário mostra que o contrato social é uma mentira descarada. Ninguém assinou nada. Ninguém concordou em pagar salários fura-teto em troca de inflação e juros altos. Ninguém aceitou ser preso por reclamar de quem gasta seu dinheiro de forma imoral.

A tendência para 2026 é de mais pressão fiscal e social. O governo projeta que os gastos com benefícios sociais vão triplicar em dez anos. Em vez de cortar privilégios, eles vão buscar ainda mais impostos. A casta não pretende abrir mão de um centavo de seus benefícios. Eles preferem ver o país afundar a reduzir seu padrão de vida nababesco.

O caminho da servidão não é percorrido de uma só vez. Ele é feito de pequenos passos como os que vimos nesta semana. Uma nova lei de proteção aqui. Um reajuste salarial escondido ali. Uma pequena tarifa acolá. Aos poucos, a esfera da liberdade individual é reduzida a quase nada.

O empreendedor hoje é um herói ou um louco. Ele precisa enfrentar uma burocracia kafkiana e uma carga tributária pornográfica. Se ele lucrar, o estado leva a maior parte. Se ele falir, o prejuízo é todo dele. Se ele reclamar em voz alta, agora corre o risco de uma pena aumentada por crime contra a honra.

Essa situação é insustentável a longo prazo. O capital é covarde e foge para onde é bem tratado. A fuga de cérebros e de recursos já é uma realidade visível. O estado tenta fechar as saídas com mais regulação, mas a tecnologia oferece alternativas. As criptomoedas e o trabalho remoto são formas de resistência pacífica contra esse sistema.

O objetivo do canal Visão Libertária é justamente trazer essa consciência. Não somos apenas observadores passivos da política. Somos indivíduos que defendem a soberania sobre o próprio corpo e a própria propriedade. Entender a maldade intrínseca dessas ações governamentais é o primeiro passo para a libertação.

O estado brasileiro em 2026 é uma máquina de transferir riqueza dos pobres e da classe média para uma elite intocável. Eles usam a força da lei para garantir que o saque continue sem protestos. A justiça deles serve apenas para validar o poder de quem já manda.

Em conclusão, os eventos recentes confirmam que não há solução dentro do sistema. O sistema foi desenhado por e para os parasitas públicos. Eles nunca vão votar pelo fim dos próprios privilégios. Eles nunca vão permitir uma liberdade que coloque em risco sua arrecadação.

A única saída é a desobediência civil pacífica e a construção de estruturas paralelas. Precisamos de menos Brasília e de mais livre mercado. Precisamos de menos leis e mais contratos voluntários. Precisamos de menos impostos e mais propriedade privada absoluta.

A casta pode ter as armas e as leis. Mas eles não têm a razão ética nem a lógica econômica. O poder deles depende da nossa cooperação e da nossa crença em suas mentiras. Quando paramos de acreditar na legitimidade do estado, ele começa a ruir.

Proteja seu capital. Proteja sua família. Fale a verdade, mesmo que tentem te calar com ameaças de prisão. A liberdade não é um presente dos governantes. Ela é um direito natural que eles tentam roubar todos os dias. O ano de 2026 será difícil, mas a verdade libertária é mais forte que qualquer decreto de Brasília.

Referências:

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2600617
https://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pl-179-2026
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/02/stf-tem-maioria-para-validar-aumento-de-pena-por-crime-contra-presidentes-do-senado-camara-e-stf.shtml
https://www.broadcast.com.br/ultimas-noticias/fazenda-sobe-projecao-de-ipca-2026-para-36-e-diz-que-desinflacao-deve-permitir-corte-na-selic/