O plano da esquerda para 2026: RICOS contra POBRES e ataque aos CRISTÃOS

Não é novidade que a esquerda vive de alimentar o rancor e o divisionismo entre as pessoas – eles precisam de criar inimigos falsos e novos bodes expiatórios pra sobreviverem. E agora, no ano eleitoral, as estratégias para dividir a sociedade estão mais evidentes: criar conflito entre classes sociais e desumanizar opositores políticos. Vamos ver os absurdos que esse desgoverno tem feito!

A estratégia de dividir para conquistar e de criar bodes expiatórios — os chamados “inimigos do povo” — é muito antiga e sempre foi usada por inúmeros ditadores ao longo da história. Podemos lembrar o que foi feito na Alemanha do Terceiro Reich, nas décadas de 1930 e 1940, quando os judeus passaram a ser tratados como a maior ameaça à sociedade alemã. Do outro lado, os soviéticos também usaram amplamente esse método, rotulando seus supostos inimigos com termos como contrarrevolucionários, burgueses, trotskistas, agentes ocidentais, sabotadores, etc. Os comunistas nunca admitiram seus fracassos nem sua própria sanha autoritária e persecutória, e utilizavam essa mesma estratégia de criar bodes expiatórios para enganar o povo e distraí-lo.

Agora, no Brasil do PT, os comunistas atuais continuam com a mesma estratégia deplorável e enganadora. Mais uma vez, como sempre, querem dividir os pobres da classe média. É bom lembrar que Lula, o amante de banqueiros e milionários — como os donos do Itaú e os irmãos Joesley e Wesley Batista, que mantêm um verdadeiro caso de amor corporativista com o PT há anos — não é visto como um problema. O grande problema para a esquerda, como já afirmou a professora militante e marxista Marilena Chauí, é a classe média, vista por ela como terrorista, fascista, ignorante e violenta. Sim, essa mesma mulher odiosa e rancorosa, que enxerga ódio nos outros apenas por serem de classe média ou conservadores, sempre viveu de dinheiro público e recebe um rendimento bruto de aposentadoria superior a 40 mil reais. Eles são hipócritas: não passam de parasitas sociais que odeiam o povo, mas vivem do dinheiro do povo.

Mas vamos ao que interessa. Em uma nova campanha do chamado “governo do amor”, a sociedade ficou chocada com um discurso ridículo, infantil e divisionista ao tratar a política tributária sob a lógica de “nós contra eles”, algo típico de marxistas que seguem a cartilha da guerra de classes. E tudo isso tem a ver com o verdadeiro ódio à classe média que vemos em Marilena Chauí. A esquerda sabe que, quanto mais pobre a pessoa é, mais fácil é controlá-la. Só porque o governo Lula, que mais taxou os pobres e os trabalhadores, resolveu dar uma isenção a quem ganha até cinco mil reais, eles estão comemorando como se fosse uma grande conquista. Mas podemos nos perguntar: por que Lula e Dilma não implementaram essa política de isenção do Imposto de Renda em seus primeiros governos? Lula ficou de 2003 a 2010 fazendo populismo e demagogia, mantendo o povo dependente de uma bolsa-esmola, fingindo que estava ajudando alguém. Enquanto isso, os escândalos de corrupção só aumentavam, e os governos petistas pegaram bilhões de reais para financiar regimes aliados, como os governos venezuelano e cubano, e deixando o brasileiro sem nada no bolso.

Hoje em dia, devido à inflação e ao constante aumento de impostos, cinco mil reais não valem muita coisa — é renda de sobrevivência, infelizmente. O típico trabalhador brasileiro que ganha até esse valor não está sendo “salvo” pelo governo apenas porque foi isentado do Imposto de Renda, como faz parecer a propaganda do PT. Na realidade, ele paga uma enorme carga tributária embutida na maioria dos bens e serviços que consome, além de ser obrigado por lei a usar a moeda criada pelo governo, o real, que já perdeu mais de 90% de seu poder de compra desde o seu lançamento, nos anos 1990. Seja qual for o trabalhador, a maior parte do que ele ganha sempre vai para o governo, e nem todos conseguem enxergar como funciona esse roubo em larga escala operado pelo estado brasileiro. Sem contar que, desde 2023, quando Lula tomou posse da Presidência da República, dezenas de novos impostos foram criados.

Quando dizemos que Lula e seus aliados petistas são, sim, marxistas e comunistas, muitos ainda duvidam disso, principalmente os chamados moderados — pessoas de centro e até mesmo da centro esquerda. Eles acreditam em outra mentira manipuladora, difundida por marxistas mais radicais: a de que Lula, na verdade, seria um neoliberal, um agente da burguesia. Bem, se “burguesia” significar grandes bancos e empresários bilionários lobistas, isso até poderia ser verdade, já que Lula sempre trabalhou para esses grupos poderosos em troca de certas vantagens. Mas, na visão marxista, burguesia é todo empreendedor e profissional liberal que trabalha e gera riqueza no mercado capitalista. Os verdadeiros alvos dos petistas, como já dissemos várias vezes aqui no Visão Libertária, são os mais pobres e a classe média. E a estratégia para destruir o capital privado e, consequentemente, a classe média é o aumento progressivo de impostos e da inflação — exatamente o que a esquerda petista tem feito. O processo de destruição do capitalismo é sempre gradual; afinal, se fosse adotada uma estratégia de curto prazo e extremamente agressiva, a sociedade colapsaria mais rapidamente, e os protestos e a insatisfação popular seriam gigantes, tornando inviável a governabilidade de Lula. Mas o presidente petista tem sido esperto, como sempre foi. Ele tem feito o mesmo que Hugo Chávez fez na Venezuela: a implementação gradual de políticas socialistas e estatizantes ao longo de anos e aumento de impostos, cozinhando o sapo lentamente na panela, em vez de fritá-lo de uma vez.

É por isso que grande parte dos milionários que viviam no Brasil já retirou seu dinheiro do país; muitos já foram embora e levaram tudo. O Paraguai, não é à toa, tem sido um dos principais destinos dessas pessoas, já que tem se mostrado mais seguro para empreendedores e investidores.

A esquerda não tem sido uma ameaça apenas às empresas, aos trabalhadores e aos investidores. Ela representa também uma grande ameaça aos cristãos, sejam católicos ou protestantes. No início deste ano, o polêmico jornalista Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, afirmou que os evangélicos não deveriam votar nem ter voz política. Segundo ele, deveriam permanecer confinados ao espaço do culto, “pastando com o pastor”. Essa frase polêmica não veio isolada, pois Bueno já vinha insultando cristãos, insinuando que essas pessoas são intelectualmente desqualificadas e incapazes de participar do processo democrático. Eduardo Bueno é o mesmo indivíduo que zombou da morte cruel de Charlie Kirk, um pensador conservador que sempre incentivou o debate pacífico e foi um grande exemplo de cristão. Bueno apenas revela a podridão de sua alma e toda a imoralidade presente na mentalidade esquerdista. Para eles, os fins justificam os meios; ou seja, para alcançar o regime comunista perfeito, é necessário remover direitos e silenciar todos que representam oposição ao projeto comunista. Curiosamente, quando um esquerdista odioso diz que evangélicos não deveriam votar, isso não é considerado discurso de ódio pelos sociopatas de toga do STF. Mas quando alguém de direita ousa dizer o que pensa e falar a verdade - como criticar os erros e crimes de togados corruptos -, os militantes de toga classificam isso como discurso de ódio ou “fake news”.

Para controlar o discurso, eles utilizam uma estratégia antiga: trocar o significado das palavras para moldar a percepção das pessoas. “Discurso de ódio”, um termo amplo, hoje pode significar qualquer coisa — ou melhor, significa aquilo que o juiz decidir. Se for conveniente dizer que um indivíduo católico cometeu discurso de ódio apenas por afirmar que só existem dois sexos, masculino e feminino, isso será considerado discurso de ódio. Mas, se for conveniente permitir que Eduardo Bueno destile seu ódio contra evangélicos por ser de esquerda e aliado do petismo, então o que ele disse não será tratado como discurso de ódio. Tudo isso é necessário para perseguir apenas um grupo específico e blindar outro. Na prática, o que tem acontecido no Brasil é que uma seleta elite de poderosos — os togados — escolhe a dedo quem pode falar, o quê e quando. Outro absurdo recente foi a censura, pelo STF, do canal da Revista Timeline no YouTube. Essas pessoas conservadoras e cristãs representam uma grande ameaça aos sociopatas no poder e, por isso, são perseguidas e tratadas como inimigas do estado democrático de direito. A instituição do estado democrático é personificada na imagem de um semideus careca, sádico e narcisista, escondido atrás de uma toga.

O que Eduardo Bueno e a esquerda têm feito, sim, é discurso de ódio. Quando comemoraram o assassinato de Charlie Kirk e insinuaram que todo conservador e direitista deveria ter o mesmo fim, isso é ódio. O que marxistas e autodenominados progressistas fazem é deslegitimar a existência de um grupo como sujeito de direitos, endossando a ideia de que certas pessoas não merecem participar da vida em sociedade. O direito internacional reconhece isso há muito tempo. O Plano de Ação de Rabat, da ONU, foi criado justamente para evitar dois erros simétricos: censurar tudo ou tolerar o intolerável. Por isso, ele não pergunta se alguém se sentiu ofendido, mas analisa o contexto: quem fala, com que alcance, qual é a intenção, que linguagem é usada, qual é o impacto social e se há risco real de exclusão, hostilidade ou desumanização. Essas perguntas são extremamente pertinentes às falas de Eduardo Bueno, ainda mais em um contexto de polarização política e desumanização do adversário. Eduardo tem alcance nacional, e seus vídeos chegam a dezenas de milhares de pessoas. A questão é clara: não devemos censurar ninguém, mas toda ação tem consequências. Quando um influenciador famoso defende a morte ou a remoção de direitos civis e humanos, essa pessoa deve receber repúdio e boicote social. Em uma sociedade regida pela lei natural — pelo direito inviolável à vida e à propriedade — pessoas como Eduardo Bueno não seriam respeitadas nem teriam espaço, pois defendem a morte de indivíduos que pensam de forma diferente da sua.

Enfim, o plano comunista de demonizar dissidentes não é nada novo. O século XX foi o grande palco dessa tragédia, que ainda hoje se repete em países como Cuba e Coreia do Norte. Primeiro não vêm as leis segregacionistas e cruéis; primeiro vem o discurso de ódio e a demonização de pessoas inocentes. Tudo começa com ironias, ridicularizações e risadas, com a ideia aparentemente razoável de que certos grupos são atrasados e prejudicam o coletivo, e de que essas pessoas “ignorantes” não deveriam ser tratadas como cidadãos dignos.

Em suma, o que a esquerda faz é desumanizar pessoas e dividir a sociedade, seja fomentando a guerra de classes entre ricos e pobres, seja promovendo a desumanização de cristãos, conservadores e quaisquer opositores políticos. Os verdadeiros inimigos da sociedade são aqueles que não toleram viver em paz e harmonia com pessoas diferentes.

Referências:

https://pleno.news/brasil/politica-nacional/casa-civil-chama-de-playboy-quem-ganha-mais-de-r-5-mil.html
https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/cronicas-de-um-estado-laico/eduardo-bueno-e-o-odio-aos-evangelicos/
https://www.poder360.com.br/poder-governo/governo-apaga-meme-do-bbb-sobre-contribuinte-playboy/